João casou-se novamente.
Ainda não consegui dados precisos sobre esse segundo casamento (parece que foi no Brasil). Com a segunda esposa, ele teve um filho chamado Victor Roque (brasileiro?). Esse nome parece que foi dado em homenagem a sua meia irmã Victória, minha avó.
Minha avó chamava sua madrasta de Comadre ( Victória batizou o Victor?). Meus tios e minha mãe só a conheceram por esse nome "Comadre" .Isso tem dificultado o levantamento de dados dessa parte da história. Meu bisavô João (talvez junto com sua segunda esposa) batizou minha tia Hercília. A irmã da "Comadre" ,cunhada de meu bisavô, também ficou conhecida na família pelo apelido que meus tios lhe deram:"Dindinha de Todos", pois ela deve ter batizado um dos meus tios mais velhos, mas, também pude apurar que era conhecida como Mariquinha.
Minha avó chamava sua madrasta de Comadre ( Victória batizou o Victor?). Meus tios e minha mãe só a conheceram por esse nome "Comadre" .Isso tem dificultado o levantamento de dados dessa parte da história. Meu bisavô João (talvez junto com sua segunda esposa) batizou minha tia Hercília. A irmã da "Comadre" ,cunhada de meu bisavô, também ficou conhecida na família pelo apelido que meus tios lhe deram:"Dindinha de Todos", pois ela deve ter batizado um dos meus tios mais velhos, mas, também pude apurar que era conhecida como Mariquinha.
João, sua esposa e seu filho Victor voltaram para Portugal, Lisboa, por volta de 1909/1911. Nessa altura da vida ele já tinha feito uma pequena fortuna e era chamado de capitalista. Além da livraria, e de representar uma editora, parece que tinha uma Tipografia e negócios com cerâmica em Portugal.
Existe uma carta de João ( parte da carta está na figura acima), datada de 1919, para sua neta e afilhada Hercília( a quem todos nós chamávamos de "Cilinha") por ocasião do aniversário desta.
É uma carta muito carinhosa, onde ele pergunta por todos os netos queridos e se diz já muito velho e doente (aos 68 anos!). Ele escreveu essa carta da localidade de Álges, que, naquele tempo era um lugar de veraneio, na periferia de Lisboa, e ele estava lá para repousar e se recuperar, acompanhado de sua esposa. mas, o estranho é que ele não fala no filho Victor em nenhum momento, nessa carta.
Tudo indica que o bisavô João faleceu pouco tempo depois disso.
Nessa carta ele se refere a outra carta que escreveu para sua neta mais velha , a Hermínia (a "Mina", como era chamada). Pena que essa carta não foi encontrada.
Minha avó foi chamada para o inventário do pai, mas, meu avô Fernandes não permitiu que ela fosse , pois "não precisaria de nenhum bem material que o pai tivesse deixado para ela". A "estrela comercial" do vovô Fernandes brilhava alto nessa ocasião...
Com isso, e por outros motivos que desconheço, a família perdeu todo o contato com a madrasta de vovó e com seu meio irmão Victor.
Em outubro passado, pude fotografar a rua, em Lisboa, que esse bisavô morou com sua 2ª família; e onde nasceu meu tio Marino ,em 1914. Mas, a casa onde eles moraram já havia sido demolida e em seu lugar estava um prédio recém construído.